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quinta-feira, 19 de maio de 2016

Três perguntas para repensar o seu investimento anjo


Somos movidos por uma missão: fomentar o crescimento do investimento anjo no Brasil. O ecossistema de capital empreendedor é cativante e muito rico por ser um ambiente de troca de conhecimento e experiências, desenvolvimento de relações e crescimento pessoal e profissional, além do dinheiro.
Sabemos que Investir por si só é uma aposta, por isso reforçamos aqui: antes de tudo é preciso ter um plano em mente, ou uma “tese de investimento”, no jargão da área. Só assim é possível minimizar riscos e fazer do seu investimento um case de sucesso.
Pensando nisso, desafiamos você a pensar ou repensar a sua ideia de investimento. Ou então, quando a pergunta “será que isso vale a pena?” aparecer sugerimos que você volte a esse texto e reflita sobre os três seguintes pontos:

 Eu conheço o setor no qual quero investir?
Se a resposta for não: Não se desespere! Isso não quer dizer que você não deva investir, isso só quer dizer que você é mais ousado. Depositar esforços no desconhecido é mais indicado para quem já é um investidor. Se esse não for o seu caso, é interessante que você faça um networking com pessoas do setor para absorver ao máximo o que elas podem ensinar. Tenha como seu objetivo maior nesse momento obter uma visão menos superficial e mais crítica.

Se a resposta for sim: Ótimo! Isso é um ponto importante, principalmente para quem está no primeiro investimento. Ter algum conhecimento e/ou experiência no setor pode tornar os próximos passos mais fáceis e diminuir o risco de seguir caminhos errados no investimento.

 Eu me dou bem com o empreendedor?
Se a resposta for não: Sinal vermelho. Obviamente existem oportunidades imperdíveis, mas é preciso ter bem claro o que muita gente diz: “Investimento é como um casamento”, e ninguém se casa com alguém com quem não exista um alinhamento de ideias, de perfis e de expectativas. Com o investimento é igual, se não houver uma boa relação é provável que o desgaste seja tão grande que o investimento se torne algo negativo, quando na verdade deveria ser algo enriquecedor.

Se a resposta for sim: Ótimo! Isso é fundamental para o bom andamento da relação investidor x empreendedor. Mesmo assim, reflita para ter certeza de que não está investindo emocionalmente, seja ao se tornar o investidor de uma ideia que te agrada pessoalmente ou até mesmo investir na ideia do seu amigo de infância, por exemplo. Quando isso acontece, você pode estar arriscando em algo que não é promissor, e isso nunca será um bom negócio.

Eu tenho em mente o momento de saída do projeto?
Se a resposta for não: Tudo bem. Entendemos que é difícil começar alguma coisa pensando no seu final, mas quando se trata de investimento anjo isso é necessário. Por quê? A resposta é simples: Se você não conseguir vender a sua participação na empresa, isso significa que o investimento não rendeu o que deveria. Não esqueça que o investimento anjo é só uma etapa do crescimento de um negócio.

Se a resposta for sim: Você já conhece a lógica de um investimento anjo, por isso o seu desafio extra é quebrar a cabeça para imaginar uma alternativa B. Assim, você estará preparado caso a previsão de saída não ocorra como você imaginou.

            Descobriu se vai dar o próximo passo rumo ao investimento ou se vai mudar alguma coisa? De fato, acreditamos que essas perguntas podem esclarecer alguns pontos e esperamos que tenha ajudado. 

O que você achou? Comenta aqui embaixo e compartilha!


quinta-feira, 28 de abril de 2016

Números que Contam uma História

Por Welter Benício

Tenho analisado algumas start-ups que buscam capital de investidores anjo e, como de praxe, aguardo ansioso pela apresentação das projeções financeiras, que para mim devem contar a boa história em números. No entanto, tenho que reconhecer que em alguns casos, a construção das projeções deixa a desejar.

Me refiro às projeções que se num primeiro olhar parecem sólidas, não resistem à primeira pergunta mais aprofundada. Tratam-se de projeções desconectadas da realidade e que não resistem a um bom escrutínio. Embora isto não seja um privilégio do mundo das start-ups (já vi no mundo corporativo!), é dele que estamos falando no momento. E é sob a ótica do investidor que escrevo este texto.

Creiam-me, quem vai colocar seu suado dinheiro, muitas vezes a economia de uma longa carreira, num negócio de risco quer e merece ver números que façam sentido! E se alguém coloca dinheiro em algum negócio sem o necessário escrutínio, estará correndo riscos desnecessários e, provavelmente, vai poder agregar pouco ou nada além do próprio dinheiro na consolidação do empreendimento, quando o ideal seria que, além do capital, provesse orientação ao time gestor.

Voltando às projeções, não me refiro à forma, ao nível de detalhamento, à ferramenta usada ou ao uso da nomenclatura correta. Me refiro à consistência, que nasce de uma construção pensada, que cria a certeza de que se pensou nos detalhes e como eles são afetados por fatores internos e externos à medida que o tempo passa e o negócio cresce, de que se pensou nas premissas, de que se fez uma checagem do realismo destas premissas (reality check), de que se fez comparações com algum caso real e que, ao final, se fez a checagem do “jeitão da coisa” (smell check). É nesta checagem final que se observa que se os números estão bons demais, muito além da performance histórica da indústria, é porque provavelmente alguém (ou alguéns!) está se iludindo. Se está ruim demais, ou as reservas e contingências estão exageradas seguindo a linha do “é sempre melhor prometer menos e entregar mais”, ou se está sendo pessimista demais. Em ambos os casos, o negócio pode não decolar por falta de interessados, pois não se deve esquecer que o “segredo de vender o cavalo é falar bem dele”, sem exageros.

Dicas

Se as projeções foram feitas à mão, usando Excel ou coisa que o valha, pouco importa, desde que tenham sido pensadas, analisadas, criticadas, comparadas e suas premissas sejam realistas. É sempre recomendável que se construam cenários (pelo menos o pior, o base e o melhor cenário), mas eles também deverão estar assentados em premissas pensadas e factíveis.

Ao explicar suas projeções, sugiro que as premissas sejam destacadas. Pode-se até usar uma colinha para isso, porque é difícil mesmo se lembrar de tudo. Pode ser que alguma ou outra premissa seja questionada, mas é sempre melhor quando se discorda de uma premissa do que quando se percebe que a projeção, seja de resultado, caixa ou balanço, embora consistente, careça de realismo.

Como observação final, digo que para mim não existe a dicotomia entre as funções do CEO e CFO que muitos adotam ao apresentar um plano de negócios. Muitos futuros CEO’s passam a bola pro CFO quando se trata de apresentar números. Não acho uma boa estratégia. É assumido que o CFO esteja a par dos detalhes dos detalhes, mas a consistência, a familiaridade com os números principais (key figures) e suas premissas devem estar, também e principalmente, na cabeça do cabeça… Afinal de contas, se um CEO não consegue falar com propriedade sobre os números que contam a história do seu negócio, pode ser que não seja a pessoa certa para cuidar dele. 

O conteúdo deste texto, incluindo comentários, informações, opiniões e pontos de vista é de total responsabilidade do colaborador(a) que o assina. O colaborador(a) o faz voluntariamente, sendo o único responsável pelos conteúdo expressos em suas contribuições. Textos de colaboradores(as) não refletem necessariamente o ponto de vista e/ou opiniões do Anjos do Brasil.

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quinta-feira, 10 de março de 2016

Dicas pra você que quer tornar sua startup global

Startups são empresas de alto potencial de crescimento, tanto para o mercado interno quanto para o mercado global. Criar uma estratégia global desde o início do projeto da Startup colabora para incorporar esta visão à cultura da empresa e pode reduzir as dificuldades de expansão internacional. Para montar sua estratégia global siga algumas dicas dadas em artigo da Entrepreneur .

Pesquisa de mercado

Pesquise cedo e sempre sobre os mercados em que você deseja atuar, busque conhecer os costumes e culturas locais, estude seus potenciais concorrentes, o modo como eles operam e quais as diferenças em relação à sua estratégia de atuação. Essa pesquisa pode ajudar na decisão de como e quando expandir.

Pense na possibilidade de que podem existir fornecedores com custos mais baratos em outros países para seus produtos.

Operação

Verifique se a operação e estrutura do negócio está atualmente estável, e se ele continuará funcionando mesmo na ausência de pessoas estratégicas da organização.
Cheque se a empresa tem estabilidade financeira suficiente para sustentar a expansão internacional com um planejamento de longo prazo, pois ela costuma levar mais tempo do que os empreendedores normalmente esperam.

Em casos de startups com um website que funciona como um canal bem estruturado, pode não ser necessário estabelecer uma base no exterior, a criação de maneiras eficientes de entregar os produtos internacionalmente e a expansão das opções de pagamento em alguns casos podem ser suficientes.

Equipe

A empresa tem pessoas capazes de criar as vendas nos mercados externos e que possam deixar suas atividades locais para realizar tal função?
Encontrar talentos em outros países pode ser um desafio, uma vez que você está competindo com empresas locais que já sabem onde encontrar os melhores candidatos. Você também deve conhecer as características de contratação dos locais em que deseja atuar.

Culturas e legislações locais

Alguns países como França e Japão, esperam que as empresas se adequem à cultura local. Certifique-se de que está usando a linguagem mais adequada para a audiência de cada país.
A cultura também pode influenciar o modo de conduzir negociações com fornecedores ou clientes. Uma opção é que você busque clientes que já tenham comprado serviços ou produtos similares ao da sua empresa.

É importante que você conheça todas as variedades de regulações que envolvam seu negócio nas localidades em que pretende atuar.

Além destes pontos, e, considerando a complexidade de se estabelecer em mercados internacionais, é importante que a empresa tenha uma cultura de inovação para se adaptar rapidamente a diferentes situações e uma cultura de metas claras para o curto e longo prazo, como comenta Guibert Englebienne, empreendedor Endeavor argentino, co-fundador da Globant, startup que  de outsourcing de tecnologia da informação.

Referências deste artigo:
Entrepreneur: http://www.entrepreneur.com/article/226517
Endeavor: http://www.endeavor.org/entrepreneurs/interview-guibert-englebienne-2011/

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

A crise do Brasil e a oportunidade para criação de startups globais

        

Por Cassio Spina 

O cenário econômico brasileiro está passando por dificuldades, será essa uma oportunidade para que os empreendedores comecem a pensar em outros mercados de atuação que possibilitem seu crescimento?

O tamanho do mercado consumidor do Brasil sempre atraiu e pareceu ser suficiente para a maioria dos empreendedores brasileiros, porém, essa visão pode ter limitado o potencial de crescimento das startups.

Países com mercados internos menores, como é o caso de Israel e Argentina, forçaram seus empreendedores a criarem startups voltadas para o mercado global desde o momento de seu nascimento, e isso contribuiu para a criação de startups altamente competitivas e escaláveis. Podemos notar isto no caso de Israel, que, em 2014, conseguiu 14 Ipos em Nasdaq.

Com base nestes fatos, recomendamos que você, que deseja criar uma startup realmente competitiva e com alto potencial de crescimento e escalabilidade, inclua o planejamento de atuação em mercados internacionais desde o primeiro dia.

Uma das vantagens de se pensar globalmente desde o início é minimizar as dificuldades da internacionalização. Atuar em mercados externos também pode ser uma estratégia competitiva, considerando que, quanto maior for sua área de atuação, maior pode ser seu mercado consumidor, ainda mais se seus concorrentes não estiverem lá.

Sabemos que empreender localmente já é uma tarefa bastante complexa, e que empreender globalmente pode ser excitante, mas exige muito mais competências e dedicação, assim, faremos uma série de artigos para que você possa analisar alguns aspectos que envolvem a decisão de atuar em outros países. Até o mês que vem!

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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Estratégias de Desinvestimento: entenda o que é e a importância para sua startup!
Planejar o futuro de uma startup não representa apenas a busca por um modelo de negócios escalável, decidir quando a sua equipe ficará maior ou se a empresa precisa mudar de escritório. Ao longo do crescimento, assim como uma startup precisa de investimento, ela precisa de desinvestimento. Neste contexto, cabe ao empreendedor entender isso e se organizar para quando esse dia chegar.
O assunto desinvestimento ainda é incomum no Brasil, muito por conta das poucas saídas já vistas no mercado. Por outro lado, planejar esse momento pode ajudá-lo a conseguir investimento e também se proteger numa eventual saída. Neste artigo iremos detalhar a importância de se planejar estratégias de saída e apresentar um mecanismo fundamental para empreendedores: a cláusula de drag/ tag along. Acompanhe:

A importância do pensamento no longo prazo

Uma startup de sucesso é construída dia após dia, através do trabalho dos seus fundadores e colaboradores. Contudo, um bom planejamento de médio e longo prazo também são fundamentais para saber onde se quer chegar e encontrar meios para isto.

Empreendedores que se planejam para o futuro costumam enfrentar os problemas de uma nova empresa de maneira mais consciente do que aqueles outros que esperam as dificuldades surgirem. Isso se aplica também aos investimentos: boa parte dos investidores costuma utilizar a estratégia de planejar uma saída logo na entrada do negócio. Ou seja, a startup terá um determinado tempo para se mostrar viável para uma venda ou para outro investidor. Caso isso não aconteça, o empreendedor precisa estar preparado para as opções que virão.

Opções de saída

O sonho de um empreendedor é levar sua empresa a um IPO (Initial Public Offering ou, em português, oferta pública inicial), que consiste quando as suas ações são colocadas à venda na bolsa. Porém, além de ser um processo lento, é reservado para poucas startup de sucesso. No Brasil, as chances são ainda menores. Dessa forma, é preciso se voltar à realidade e entender quais realmente são as opções de saída mais acessíveis para a sua startup.
Ser vendida para um concorrente é uma das opções mais comuns. Em geral, esse concorrente será uma empresa muito maior. Esse comprador também pode ser uma empresa que veja na startup algo complementar ao que ela já oferece. Fundos de private equity e até outros investidores também podem se tornar opções, comprando apenas a parte do investidor ou toda a operação da empresa. Por fim, pode haver um compra interna, quando os investidores retomam a parte do investidor ou o contrário.

Cláusulas de Drag along/ Tag along

Independentemente da opção de saída, que muitas vezes dependerá da situação momentânea da empresa, estar preparado para ela é dever do empreendedor - tanto para não ser surpreendido, quanto para não ser prejudicado.Neste sentido, há duas cláusulas que podem fazer parte do contrato de investimento: drag along e tag along.
Na cláusula de drag along, os acionistas são forçados a vender suas ações quando o majoritário vender também, pelas mesmas condições. Já na cláusula tag along ocorre o oposto, com a proteção dos minoritários que podem vender as suas ações pelas mesmas condições do majoritário. Isso evita que se façam acordos paralelos, favorecendo uma das partes.
Estar atento a estes pequenos detalhes jurídicos dará mais tranquilidade aos empreendedores sobre a operação do negócio, garantindo que, no futuro, seus direitos estarão protegidos.

Você já planejou suas estratégias de desinvestimento? Incluiu as cláusulas de drag/ tag along? Aproveite os comentários abaixo para esclarecer as suas dúvidas!.

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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Quais são as habilidades necessárias para se tornar um CEO campeão



Muitos podem se tornar chefes. Líder, nem tantos. Sentar em uma cadeira ocupando a posição de CEO e assumir toda a responsabilidade que vem com o cargo é um desafio e tanto. É preciso se preparar! Para desempenhar a função com sucesso, algumas habilidades são fundamentais. Confira quais são:


Ser um exemplo

Para estimular determinado comportamento ou filosofia na equipe, é preciso ser um exemplo daquilo que se prega. Nenhum líder pode ter tolerância zero com atrasos e chegar todos os dias horas depois do início do expediente. Cobrar uma postura de entregas dentro do prazo, se nem sequer responde aos e-mails em tempo hábil.


Entre as habilidades necessárias para ser um CEO de sucesso está servir de exemplo para toda a equipe. Praticar no dia a dia aquilo que prega e defende na missão, na visão e nos valores da empresa, preservando a cultura determinada para a organização. Quando o time admira seu CEO, se dedica ao máximo e, consequentemente, alcança os melhores resultados.


Humildade em reconhecer a importância da equipe

Mesmo com um cargo de CEO, é fundamental ter humildade para reconhecer que você não sabe tudo e, por isso, cada integrante de sua equipe desempenha um papel complementar, de extrema importância para o sucesso de sua startup. Demonstre envolvimento com o seu time, assim como faz com o seu negócio. Aproveite ao máximo o que cada um dos profissionais tem a acrescentar e aprenda com eles.

Ter uma rede de contatos sólida

Em um mercado cada vez mais competitivo, não basta dominar apenas aspectos técnicos do negócio. Ter uma rede de contatos extensa e confiável é preciso. Para se tornar um CEO de sucesso é preciso saber fazer network e desenvolver relacionamentos sólidos tanto com potenciais parceiros quanto com possíveis investidores.


Flexibilidade é imprescindível

Saber adaptar-se às mudanças do mercado é fundamental para fazer um bom trabalho como CEO. As variáveis mudam a todo instante, então é preciso ser flexível e, na linguagem popular, fazer “do limão uma limonada”. É o CEO de uma editora e, de uma hora para outra, o preço do papel disparou? Por que não encarar o momento como uma chance de investir na base digital do negócio? Mudanças são inevitáveis. É necessário saber como lidar com elas.


Aprender com os erros

Errar não só é humano, como é uma condição inerente a um cargo de liderança - principalmente para as startups, que exigem testes e mudanças rápidas conforme a reação do mercado. Para ser um CEO de sucesso, no entanto, é preciso aprender com os erros e transformá-los em uma fonte valiosa de aprendizado não só para você como para toda a equipe. Admita o erro, analise o que aconteceu durante o processo e use isso como uma forma de aprendizado que levará ao crescimento.


Inovar é preciso!

Ninguém se torna um CEO de sucesso fazendo tudo sempre igual. Inovação é atributo fundamental para empresas de todas as áreas de atuação. Como líder da startup, é importante que o CEO seja um exemplo deste atributo, inovando não apenas nos produtos como nos processos de sua empresa. Para isso, instaure na cultura de sua startup o conceito de Open Innovation, angariando pensamentos, ideias, estudos e pesquisas de forma compartilhada em prol de melhorias


Ninguém nasce um CEO de sucesso. Os profissionais tornam-se CEOs de sucesso a partir de experiências e conhecimentos. Para isso, dedicar-se é fundamental. Desenvolva habilidades que ainda não tem e enriqueça ainda mais os seus pontos fortes. Os resultados serão satisfatórios e, certamente, você se tornará um CEO campeão aos olhos de todos à sua volta.

E você, possui mais alguma dica para agregar à nossa lista? Compartilhe-a conosco através dos comentários!

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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Startup Gaúcha recebe investimento anjo através da Anjos do Brasil



Investidores do Núcleo Rio Grande do Sul da Anjos do Brasil efetuaram o primeiro aporte após seu ingresso no projeto Xcala do FOMIN, membro do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), coordenado pelo IEMM (Instituto de Estudios Empresariales de Montevideo).

O Núcleo RS da Anjos do Brasil recebeu apoio do projeto Xcala para fomento a redes de Investidores Anjo e ampliação de suas atividades, incluindo eventos abertos, workshops de capacitação e encontros para apresentação de projetos para investidores anjo. Em apenas quatro meses do projeto já vemos o primeiro investimento desta nova fase, efetuado por investidores da rede na startup Postmetria.

A Postmetria é um software para Observação e Pesquisa Comportamental, além de um novo método de Pesquisa Quali-Quanti para a internet. Atua a partir de uma plataforma on-line autogerenciável e na nuvem. Visa encontrar e coletar comentários em texto, imagem e vídeo, para que você possa interpretar/analisar feedbacks espontâneos sobre produtos, marcas e mercados nas redes sociais e outros canais da internet.

Patrick Teysonneyre, um dos investidores, comenta sobre o que o levou a realizar esse investimento: “os diferenciais que me fizeram investir na Postmetria foram a capacidade de gestão e execução dos sócios, bem como a solução inovadora desenvolvida por eles, que possui potencial para revolucionar o campo da Observação e Pesquisa Comportamental”.

Segundo Cassio Spina, presidente da Anjos do Brasil: “A participação no Xcala tem contribuído para a ampliação da rede de investidores e para que os mesmos entendam as melhores práticas para investir com mais efetividade no RS”. Mark Woodhead, líder do Núcleo RS, convida a todos os que gostariam de investir nesta modalidade a participar da rede “Participem das atividades do nosso Núcleo e conheçam startups inovadoras em busca de investimento. ” (Inscrições para investidores aqui)

Sobre a Anjos do Brasil
A Anjos do Brasil é uma organização sem fins lucrativos que busca fomentar a cultura do investimento anjo em todo o Brasil. Compartilhando experiência e conhecimentos com empreendedores e investidores, a organização cria uma rede de relacionamento, com alto potencial de impacto em aporte financeiro e intelectual.

Sobre o Xcala
O Xcala nasce de uma aliança entre o Instituto de Estudios Empresariales de Montevideo (IEEM) em conjunto com o Fondo Multilateral de Inversiones (FOMIN) membro do Grupo BID. O projeto é uma plataforma para catalizar o investimento em etapas iniciais que tem por objetivo incrementar o acesso a financiamento dos empreendimentos dinâmicos através de redes de investidores anjo na América Latina e Caribe.