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terça-feira, 21 de junho de 2016

Antes do investimento: quais cuidados o investidor anjo deve tomar?

Se você já é um investidor anjo ou pretende se tornar um deles, é preciso saber que antes de realizar um aporte em qualquer startup existem alguns cuidados e análises a serem feitos, afinal você estará investindo tempo e dinheiro.

Investidores querem otimizar seus investimentos, investindo em empreendedores éticos e resilientes, além de projetos consistentes e com bom potencial de crescimento. Por isso elencaremos agora alguns pontos que são extremamente recomendados e que podem ser determinantes para a sequência de um investimento anjo.

Assim que o investidor estiver decidido a investir, é importante fazer uma due dilligence, ou seja, uma análise da situação da empresa. Essa avaliação deve englobar questões tributárias, societárias, trabalhistas e de propriedade intelectual*, que certamente revelarão se o empreendedor e a empresa possuem uma base sólida e o perfil ideal para esse tipo de investimento.

O investidor anjo também pode pedir documentos que fornecem informações sobre dívidas do empreendedor, sejam elas vencidas ou a vencer. Esses documentos são simples, mas podem permitir uma visão abrangente sobre o estado da empresa. 

Por outro lado, o investidor anjo também deve ter um papel importante no fortalecimento da empresa. Atuando na construção de uma boa governança o investidor anjo pode, por exemplo, ajudar na composição de um conselho transparente. Tudo isso deve ser pensado para garantir segurança na hora de investir e, em longo prazo, para atrair uma nova rodada de investimentos.


*Para ler mais sobre detalhes das análises tributárias, societárias, trabalhistas e de propriedade intelectual baixe gratuitamente o Guia de Investimento Anjo e Documentos Legais disponível em http://anjosdobrasil.net/guia


sexta-feira, 10 de junho de 2016

4 razões para ler o Guia de Investimento Anjo e Documentos Legais

No dia 30 de maio, lançamos com colaboração da Baptista Luz, Derraik & Menezes, FGV-direito, Intel Capital e Neolaw, o Guia do Investimento Anjo e Documentos Legais em um evento que lotou o auditório do Cubo, em São Paulo.

Qual o diferencial desse guia? O seu caráter pioneiro. Enxergávamos uma demanda latente sobre as questões jurídicas dentro do cenário. Mesmo os modelos importados dos EUA ainda não compreendiam a complexidade e particularidades da legislação brasileira para esse tipo de negociação.

Com esse impulso, o objetivo principal foi fazer do guia um material de referência para incremento no conhecimento de investidores, empreendedores e demais agentes do ecossistema de capital empreendedor.  Não temos a pretensão de substituir a assessoria jurídica e aconselhamento de profissionais e advogados especializados, pelo contrário, recomendamos fortemente esse tipo de relação para que o processo de investimento ocorra da melhor forma entre investidores e empreendedores.


Nossos parceiros no lançamento do Guia, no CUBO.

Mas afinal, por que você deve ler o Guia de Investimento Anjo e Documentos Legais?
Existem algumas respostas possíveis, mas vamos elencar quatro:

1. O guia não aborda exclusivamente temas jurídicos, a sua introdução é dividida em tópicos pertinentes tanto ao investidor quanto ao empreendedor, tratando de temas mais amplos e esclarecendo questões fundamentais de um investimento anjo;

2. No capítulo Antes do investimento: quais cuidados o investidor anjo deve tomar? O foco está no Due Diligence e na análise da situação da empresa e traz detalhes sobre aspectos financeiros, tributários, societários, trabalhistas e de propriedade intelectual que precisam ser levados em conta e são decisivos para a continuidade do processo, além das suas implicações;

3. Para quem não conhece os tipos de investimento que podem ser feitos e tem dúvida sobre qual dele é mais adequado, apresentamos um quadro comparativo entre o mútuo conversível, opção de compra e compra e venda de cotas, que são os 3 principais tipos de formas de investimento. Assim, o investidor pode examinar qual se adequa melhor ao seu perfil e objetivos, e decidir qual caminho seguir;

4. Por fim, o guia evidencia a relevância de diferentes documentos que fornecem segurança jurídica. Assim, além de explicar a função de cada um e de cláusulas que podem ser inclusas nos contratos, o guia também possui documentos ilustrativos que geralmente são utilizados e que podem ser usados como referência, mas não em uma transação real. 

Além desses cinco pontos, otimizar o tempo do investidor e/ou empreendedor com a sua assessoria jurídica também é uma das nossas ambições. Tornar essas informações acessíveis e claras abre espaço para um conhecimento prévio, e assim uma assessoria mais produtiva e menos superficial.


“É fundamental que se invista tempo, trabalho, dedicação e recurso financeiro para conseguir se estruturar desde o começo de forma que você construa uma base sólida” Cassio Spina – fundador da Anjos do Brasil e Investidor anjo. 

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quinta-feira, 2 de junho de 2016

Portas e mentes abertas à inovação

Patrick Teyssonneyre*

Desenvolvimento tecnológico não é tarefa simples. Na maioria das vezes demanda atuação conjunta, e em diversas frentes, para se tornar realidade. No meio empresarial, há quem ainda considere imprescindível conduzir, sozinho, uma nova solução ao mercado. Grande parte das organizações, contudo, já percebeu as vantagens de inovar em parceria e têm investido cada vez mais em colaboração para atingir o nível máximo de eficiência e excelência.

Com a globalização, fica cada vez mais difícil dominar todas as áreas e manter o perfil concentrador. Há muitas oportunidades em abrir projetos para colaborações alheias, em compreensão de que a inteligência precisa ser somada e compartilhada em prol do bem social e por que não, mercadológico. A empresa que enxerga suas competências e, principalmente, seus limites, consegue direcionar de forma mais clara o seu foco, olhar para fora e buscar apoio para a demanda na comunidade externa. Analisa-se o que pode ser feito com recurso interno e o que precisa de apoio externo.  

Nesse cenário, além dos acordos com universidades, recorrentes principalmente nos países desenvolvidos, há um crescimento expressivo da união entre grandes empresas e startups, num convite direto à interação. A tendência, que também ganha espaço no Brasil, reforça o conceito de que inovação é um meio, e não um fim.

Um bom processo de gestão de inovação é um primeiro passo para percorrer o caminho do desenvolvimento de novas soluções. Na escolha de potenciais parceiros, valoriza-se expertise e know-how, que pode vir tanto de grandes como de pequenos parceiros. É uma vantagem mútua, porque organizações maiores apoiam e auxiliam startups que, por vezes, conseguem viabilizar desejos antigos dos gigantes comerciais.

Depois de encontrar o melhor sócio para a empreitada, é o momento de analisar o mercado, considerar suas fragilidades, tendências e evoluções tecnológicas, além das oportunidades já existentes e daquelas que podem ser aceleradas. Compreendido o cenário, parte-se para a consolidação da parceria.

Nas negociações são definidos cada detalhe do empreendimento: desde a detenção da propriedade intelectual, a forma como ela será explorada e monetizada, até a divisão dos ganhos e valores de investimento. Outro aspecto importante é estabelecer a governança com parceiros. Nessa etapa, comitês técnicos e de gestão, com representantes de cada parte, tomam as decisões de forma transparente.

A partir daí iniciam-se os trabalhos, com organização e foco. Investir em muitos projetos simultaneamente pode significar perda de tempo, dinheiro e capital humano. A empresa precisa ter clareza do que quer para si nos próximos anos, tanto no curto prazo, em até cinco anos, como no longo prazo, considerando a próxima década.


Em setores de base, como o químico e de commodities, os recursos são mais escassos e a inovação menos visível aos olhos do consumidor, por isso o trabalho de apuração e viabilização de novos produtos deve ser ainda mais cauteloso. Cada aposta é customizada e analisada diversas vezes, por múltiplos agentes.

Na indústria petroquímica, por exemplo, uma tendência é o investimento em pesquisas e modelos produtivos baseados em fontes renováveis. Ao diversificar a base de produção, tem-se a possibilidade de reunir diferentes segmentos com um foco comum: o estabelecimento de rotas sustentáveis, que explorem o potencial brasileiro como provedor de insumos naturais. A partir de matérias-primas “verdes”, como a cana-de-açúcar, empresas, startups e universidades reforçam seus valores ambientais e aliam-se à crescente demanda de mercado por produtos sustentáveis. É uma estratégia que integra a possibilidade de evolução de forma responsável e permanentemente alinhada às discussões contemporâneas. 

Iniciativas como essas demonstram a importância de acreditar e investir na inovação. Somente a partir de uma atuação conjunta é possível fortalecer o propósito de desenvolvimento colaborativo, gerando novas soluções competitivas para o mercado e que sejam compatíveis com as demandas socioambientais.


*Patrick Teyssonneyre é diretor de Inovação e Tecnologia Corporativa da Braskem
O conteúdo deste texto, incluindo comentários, informações, opiniões e pontos de vista é de total responsabilidade do colaborador(a) que o assina. O colaborador(a) o faz voluntariamente, sendo o único responsável pelos conteúdo expressos em suas contribuições. Textos de colaboradores(as) não refletem necessariamente o ponto de vista e/ou opiniões do Anjos do Brasil.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Co-investimento - uma maneira eficaz de investir em Startups

Investir é a arte de tomada de decisão. É um sim baseado na razão, antecedido de inúmeras reuniões, análises do potencial do time, modelo de negócios, valuation da startup, aspectos legais e contratuais. Todo esse processo pode ser complexo para um investidor iniciante. E é aí que entra o Syndication, também conhecido como co-investimento, uma prática bastante utilizada no mundo e que consiste em criar um grupo de investidores para realizar um aporte em conjunto.

Essa operação costuma ter um investidor líder, o Deal Leader, que fica responsável em fazer a maioria dos contatos com o empreendedor e a análise inicial, bem como acompanhar sua evolução para compartilhar com os demais anjos, que ocuparão a função de investidores seguidores.

O Syndication funciona como uma ferramenta de educação empreendedora pois fomenta a troca de conhecimento entre os anjos mais experientes e aqueles que estão dando seus primeiros passos no mercado de investimento. Sem falar que facilita o relacionamento com o empreendedor e a concretização de um aporte capital mais robusto, com a entrada de um número maior de investidores no processo.
Efetuar investimentos em grupo traz benefícios tanto para o investidor como para o negócio. Os investidores diminuem seu risco, podendo efetuar aportes menores em cada projeto e assim facilitando a criação de um portfólio de investidas. O co-investimento também agrega expertises diferentes na análise do investimento, e depois, no apoio ao empreendedor investido, considerando a ampliação da rede de relacionamento que ocorre nesse tipo de investimento.


Em nossa rede de anjos esta é uma prática muito comum e com inúmeros exemplos de sucesso, entre os exemplos podemos citar: Trackto Pro, Miarte e 33/34.

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quinta-feira, 19 de maio de 2016

Três perguntas para repensar o seu investimento anjo


Somos movidos por uma missão: fomentar o crescimento do investimento anjo no Brasil. O ecossistema de capital empreendedor é cativante e muito rico por ser um ambiente de troca de conhecimento e experiências, desenvolvimento de relações e crescimento pessoal e profissional, além do dinheiro.
Sabemos que Investir por si só é uma aposta, por isso reforçamos aqui: antes de tudo é preciso ter um plano em mente, ou uma “tese de investimento”, no jargão da área. Só assim é possível minimizar riscos e fazer do seu investimento um case de sucesso.
Pensando nisso, desafiamos você a pensar ou repensar a sua ideia de investimento. Ou então, quando a pergunta “será que isso vale a pena?” aparecer sugerimos que você volte a esse texto e reflita sobre os três seguintes pontos:

 Eu conheço o setor no qual quero investir?
Se a resposta for não: Não se desespere! Isso não quer dizer que você não deva investir, isso só quer dizer que você é mais ousado. Depositar esforços no desconhecido é mais indicado para quem já é um investidor. Se esse não for o seu caso, é interessante que você faça um networking com pessoas do setor para absorver ao máximo o que elas podem ensinar. Tenha como seu objetivo maior nesse momento obter uma visão menos superficial e mais crítica.

Se a resposta for sim: Ótimo! Isso é um ponto importante, principalmente para quem está no primeiro investimento. Ter algum conhecimento e/ou experiência no setor pode tornar os próximos passos mais fáceis e diminuir o risco de seguir caminhos errados no investimento.

 Eu me dou bem com o empreendedor?
Se a resposta for não: Sinal vermelho. Obviamente existem oportunidades imperdíveis, mas é preciso ter bem claro o que muita gente diz: “Investimento é como um casamento”, e ninguém se casa com alguém com quem não exista um alinhamento de ideias, de perfis e de expectativas. Com o investimento é igual, se não houver uma boa relação é provável que o desgaste seja tão grande que o investimento se torne algo negativo, quando na verdade deveria ser algo enriquecedor.

Se a resposta for sim: Ótimo! Isso é fundamental para o bom andamento da relação investidor x empreendedor. Mesmo assim, reflita para ter certeza de que não está investindo emocionalmente, seja ao se tornar o investidor de uma ideia que te agrada pessoalmente ou até mesmo investir na ideia do seu amigo de infância, por exemplo. Quando isso acontece, você pode estar arriscando em algo que não é promissor, e isso nunca será um bom negócio.

Eu tenho em mente o momento de saída do projeto?
Se a resposta for não: Tudo bem. Entendemos que é difícil começar alguma coisa pensando no seu final, mas quando se trata de investimento anjo isso é necessário. Por quê? A resposta é simples: Se você não conseguir vender a sua participação na empresa, isso significa que o investimento não rendeu o que deveria. Não esqueça que o investimento anjo é só uma etapa do crescimento de um negócio.

Se a resposta for sim: Você já conhece a lógica de um investimento anjo, por isso o seu desafio extra é quebrar a cabeça para imaginar uma alternativa B. Assim, você estará preparado caso a previsão de saída não ocorra como você imaginou.

            Descobriu se vai dar o próximo passo rumo ao investimento ou se vai mudar alguma coisa? De fato, acreditamos que essas perguntas podem esclarecer alguns pontos e esperamos que tenha ajudado. 

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quinta-feira, 28 de abril de 2016

Números que Contam uma História

Por Welter Benício

Tenho analisado algumas start-ups que buscam capital de investidores anjo e, como de praxe, aguardo ansioso pela apresentação das projeções financeiras, que para mim devem contar a boa história em números. No entanto, tenho que reconhecer que em alguns casos, a construção das projeções deixa a desejar.

Me refiro às projeções que se num primeiro olhar parecem sólidas, não resistem à primeira pergunta mais aprofundada. Tratam-se de projeções desconectadas da realidade e que não resistem a um bom escrutínio. Embora isto não seja um privilégio do mundo das start-ups (já vi no mundo corporativo!), é dele que estamos falando no momento. E é sob a ótica do investidor que escrevo este texto.

Creiam-me, quem vai colocar seu suado dinheiro, muitas vezes a economia de uma longa carreira, num negócio de risco quer e merece ver números que façam sentido! E se alguém coloca dinheiro em algum negócio sem o necessário escrutínio, estará correndo riscos desnecessários e, provavelmente, vai poder agregar pouco ou nada além do próprio dinheiro na consolidação do empreendimento, quando o ideal seria que, além do capital, provesse orientação ao time gestor.

Voltando às projeções, não me refiro à forma, ao nível de detalhamento, à ferramenta usada ou ao uso da nomenclatura correta. Me refiro à consistência, que nasce de uma construção pensada, que cria a certeza de que se pensou nos detalhes e como eles são afetados por fatores internos e externos à medida que o tempo passa e o negócio cresce, de que se pensou nas premissas, de que se fez uma checagem do realismo destas premissas (reality check), de que se fez comparações com algum caso real e que, ao final, se fez a checagem do “jeitão da coisa” (smell check). É nesta checagem final que se observa que se os números estão bons demais, muito além da performance histórica da indústria, é porque provavelmente alguém (ou alguéns!) está se iludindo. Se está ruim demais, ou as reservas e contingências estão exageradas seguindo a linha do “é sempre melhor prometer menos e entregar mais”, ou se está sendo pessimista demais. Em ambos os casos, o negócio pode não decolar por falta de interessados, pois não se deve esquecer que o “segredo de vender o cavalo é falar bem dele”, sem exageros.

Dicas

Se as projeções foram feitas à mão, usando Excel ou coisa que o valha, pouco importa, desde que tenham sido pensadas, analisadas, criticadas, comparadas e suas premissas sejam realistas. É sempre recomendável que se construam cenários (pelo menos o pior, o base e o melhor cenário), mas eles também deverão estar assentados em premissas pensadas e factíveis.

Ao explicar suas projeções, sugiro que as premissas sejam destacadas. Pode-se até usar uma colinha para isso, porque é difícil mesmo se lembrar de tudo. Pode ser que alguma ou outra premissa seja questionada, mas é sempre melhor quando se discorda de uma premissa do que quando se percebe que a projeção, seja de resultado, caixa ou balanço, embora consistente, careça de realismo.

Como observação final, digo que para mim não existe a dicotomia entre as funções do CEO e CFO que muitos adotam ao apresentar um plano de negócios. Muitos futuros CEO’s passam a bola pro CFO quando se trata de apresentar números. Não acho uma boa estratégia. É assumido que o CFO esteja a par dos detalhes dos detalhes, mas a consistência, a familiaridade com os números principais (key figures) e suas premissas devem estar, também e principalmente, na cabeça do cabeça… Afinal de contas, se um CEO não consegue falar com propriedade sobre os números que contam a história do seu negócio, pode ser que não seja a pessoa certa para cuidar dele. 

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quinta-feira, 10 de março de 2016

Dicas pra você que quer tornar sua startup global

Startups são empresas de alto potencial de crescimento, tanto para o mercado interno quanto para o mercado global. Criar uma estratégia global desde o início do projeto da Startup colabora para incorporar esta visão à cultura da empresa e pode reduzir as dificuldades de expansão internacional. Para montar sua estratégia global siga algumas dicas dadas em artigo da Entrepreneur .

Pesquisa de mercado

Pesquise cedo e sempre sobre os mercados em que você deseja atuar, busque conhecer os costumes e culturas locais, estude seus potenciais concorrentes, o modo como eles operam e quais as diferenças em relação à sua estratégia de atuação. Essa pesquisa pode ajudar na decisão de como e quando expandir.

Pense na possibilidade de que podem existir fornecedores com custos mais baratos em outros países para seus produtos.

Operação

Verifique se a operação e estrutura do negócio está atualmente estável, e se ele continuará funcionando mesmo na ausência de pessoas estratégicas da organização.
Cheque se a empresa tem estabilidade financeira suficiente para sustentar a expansão internacional com um planejamento de longo prazo, pois ela costuma levar mais tempo do que os empreendedores normalmente esperam.

Em casos de startups com um website que funciona como um canal bem estruturado, pode não ser necessário estabelecer uma base no exterior, a criação de maneiras eficientes de entregar os produtos internacionalmente e a expansão das opções de pagamento em alguns casos podem ser suficientes.

Equipe

A empresa tem pessoas capazes de criar as vendas nos mercados externos e que possam deixar suas atividades locais para realizar tal função?
Encontrar talentos em outros países pode ser um desafio, uma vez que você está competindo com empresas locais que já sabem onde encontrar os melhores candidatos. Você também deve conhecer as características de contratação dos locais em que deseja atuar.

Culturas e legislações locais

Alguns países como França e Japão, esperam que as empresas se adequem à cultura local. Certifique-se de que está usando a linguagem mais adequada para a audiência de cada país.
A cultura também pode influenciar o modo de conduzir negociações com fornecedores ou clientes. Uma opção é que você busque clientes que já tenham comprado serviços ou produtos similares ao da sua empresa.

É importante que você conheça todas as variedades de regulações que envolvam seu negócio nas localidades em que pretende atuar.

Além destes pontos, e, considerando a complexidade de se estabelecer em mercados internacionais, é importante que a empresa tenha uma cultura de inovação para se adaptar rapidamente a diferentes situações e uma cultura de metas claras para o curto e longo prazo, como comenta Guibert Englebienne, empreendedor Endeavor argentino, co-fundador da Globant, startup que  de outsourcing de tecnologia da informação.

Referências deste artigo:
Entrepreneur: http://www.entrepreneur.com/article/226517
Endeavor: http://www.endeavor.org/entrepreneurs/interview-guibert-englebienne-2011/

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